O fato
com contexto
Atualidade sem o ruído da urgência. A pauta ganha perspectiva antes de ganhar opinião.
Projeto de programa ao vivo · TV + digital
Com Gustavo Mendes, a notícia ganha fôlego, o humor encontra propósito e quem está assistindo sente que a noite está acontecendo agora.
EM DESENVOLVIMENTO · APRESENTAÇÃO COMERCIAL
O dia termina cheio de manchetes, opiniões e notificações. Quase nunca sobra tempo para transformar tudo isso em conversa. A Última Conversa entra exatamente aí: escolhe o que merece atenção e devolve o assunto ao público com inteligência, leveza e ponto de vista.
É televisão ao vivo com pulso de agora. Tem monólogo, mesa, personagem, rua, convidado e participação. Não é entrevista longa disfarçada de programa nem sequência de piadas. É uma hora que faz companhia, provoca e deixa uma ideia acesa quando a vinheta termina.
Atualidade sem o ruído da urgência. A pauta ganha perspectiva antes de ganhar opinião.
O riso aparece para revelar o absurdo, abrir uma pergunta ou devolver humanidade ao assunto.
O ao vivo não termina na câmera. A conversa é desenhada para escutar sinais, perguntas e repercussões.
02 / A EXPERIÊNCIA DA NOITE
A Última Conversa foi pensada como uma sequência de entradas. Cada movimento muda a energia da edição, dá uma nova porta para o tema e convida o público a continuar por perto. Explore uma noite possível.
A abertura não pede licença
Gustavo entra com uma leitura própria do que está no ar. O começo precisa fazer o público sentir que chegou no momento certo.
COMEÇA AQUIPerspectivas, não plateia de concordância
A mesa troca repertório, contexto e humor. O objetivo não é fabricar confronto, e sim fazer o tema andar.
VIRA CONVERSAA cidade devolve a pergunta
Reportagem, personagem ou intervenção autoral impedem que a conversa fique fechada em si mesma.
GANHA CHÃOA edição termina. O vínculo continua.
O digital não é depósito de vídeo. É a continuação editorial de uma conversa que ainda tem caminho.
SEGUE VIVAOs recursos de participação e os canais de interação serão definidos com os parceiros de exibição e de distribuição. A proposta editorial já nasce com espaço para essa troca.

03 / QUEM CONDUZ
Ator, comediante e apresentador, Gustavo sabe entrar numa conversa sem tomar a conversa para si. Ele provoca quando precisa, ri do absurdo quando ele se apresenta e sabe dar tempo para uma resposta boa aparecer.
O humor não é uma pausa entre assuntos. É uma forma de enxergar melhor. A conversa continua no centro.
Ver como a edição se organiza
04 / UM QUADRO QUE MUDA A TEMPERATURA
Uma das personagens mais reconhecidas de Gustavo transforma a entrada do convidado em acontecimento. Interpretada por ele, Dilma abre uma conversa que começa no humor, desmonta a resposta pronta e chega onde uma entrevista comum muitas vezes não alcança.
É um encontro com ritmo próprio: surpresa, escuta, provocação e afeto. A personagem dá licença para perguntar por outro ângulo. O convidado entra com sua história. E o público ganha uma cena que tem chance de ficar na memória.
O convite já é uma cena. A conversa começa antes da primeira pergunta.
Humor e improviso tiram o convidado do automático, sem perder escuta.
Notícia, comportamento e cidade entram na mesa por uma porta inesperada.
A pergunta que abre a porta
Uma pergunta íntima antes da pergunta pública. É assim que a personagem pode transformar um nome conhecido em alguém que o público realmente escuta.
O humor abre uma brecha para o que normalmente fica fora do roteiro. O foco não é constranger. É criar uma resposta que não viria por reflexo.
O quadro pode encarar o assunto que circula pela cidade, pela política e pela cultura sem fingir que ele não existe.
A seleção de convidados, temas e perguntas será definida editorialmente a cada edição. Dilma é uma personagem de humor interpretada por Gustavo Mendes.
Uma arquitetura de faixa para sustentar o ao vivo, criar viradas e abrir espaço para o que não cabe numa pauta previsível.
1 min Uma imagem, uma frase ou o acontecimento que faz a noite começar antes da vinheta.
6 min A leitura de Gustavo sobre o dia, com texto, ponto de vista e espaço para improviso.
18 min Atualidade, comportamento e perspectivas que se encontram sem precisar concordar.
7 min Reportagem, personagem ou quadro autoral para o programa não perder a rua.
10 min Gente com história e repertório, não apenas com agenda de divulgação.
7 min A pauta retorna à mesa e a edição fecha com uma ideia que fica.
Faixa prevista: 60 minutos, com aproximadamente 50 minutos de conteúdo editorial. A estrutura poderá ser ajustada à grade e ao parceiro de exibição.
06 / UMA HISTÓRIA, TRÊS JANELAS
O projeto foi pensado para nascer com linguagem de televisão e seguir para onde o público já está. Cada janela tem uma função própria. Alcance, frequência e distribuição serão definidos com os parceiros do projeto.
Base prevista para a transmissão: estúdio, pauta, ritmo de grade e experiência simultânea com o público.
ENCONTROPossibilidade de levar a mesma edição para a janela tradicional, conforme os acordos de distribuição do projeto.
RECORRÊNCIAEpisódio completo, melhores momentos e cortes pensados para prolongar o assunto no YouTube e em plataformas sociais.
CONTINUIDADE


07 / A CASA DO PROGRAMA
A bancada é o eixo. A plateia dá temperatura. O palco abre espaço para monólogo e performance. Os painéis ajudam a pauta a se mover. Tudo próximo o suficiente para uma entrevista atravessar a mesma noite, sem trocar de programa.
As imagens desta seção são estudos visuais de cenário e direção de arte, não registros de um estúdio já construído.
08 / COMO O PROGRAMA PENSA
Uma boa redação prepara o terreno. O improviso vem para deixar o programa vivo.
O assunto do dia importa, mas a pessoa dentro dele importa mais.
A entrevista procura história, fricção e repertório, não só anúncio.
Irreverência sem crueldade gratuita e sem uma marca tentando caber à força na piada.
09 / PARA MARCAS QUE QUEREM PARTICIPAR
Uma parceria funciona quando melhora o que o público recebe. Por isso, cada entrega comercial precisa nascer da pauta, do formato e de um objetivo real da marca, com escopo, frequência e métricas definidos em conjunto.
Assinatura institucional da atração e presença combinada nas chamadas e janelas contratadas.
Um formato recorrente em que marca e assunto tenham relação legítima, não uma colagem.
Histórias, serviços ou experiências que merecem entrar na narrativa editorial com clareza para o público.
Cortes, bastidores e formatos verticais planejados a partir da edição, não reaproveitados sem contexto.
Edições temáticas, ativações e conversas construídas para objetivos específicos de negócio.
A ÚLTIMA CONVERSA
Para conversar sobre parceria, distribuição ou projeto especial, o ponto de partida é simples: entender o que faz sentido para a marca, para o projeto e para quem vai assistir.
Iniciar conversa comercial